Entre Nous. Essais Sur Le Penser-à-l’autre

31 Mar 2019 09:05
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<h1>Pr&ecirc;mio Melhores Universidades 2018: USP &eacute; A Melhor P&uacute;blica</h1>

<p>Emmanuel Levinas (Kaunas, trinta de dezembro de 1905jul./ Doze de janeiro de 1906greg. — Paris, vinte e cinco de dezembro de 1995) foi um fil&oacute;sofo franc&ecirc;s nascido numa fam&iacute;lia judaica pela Litu&acirc;nia. Nascido no seio de uma fam&iacute;lia judaica, o pai um livreiro, Levinas logo teve contato com os cl&aacute;ssicos da literatura russa, como Dostoi&eacute;vski — t&atilde;o citado em tuas obras.</p>

<p>Aos doze anos, pela Ucr&acirc;nia, assiste &agrave; revolu&ccedil;&atilde;o de Outubro (1917). Mais tarde, instaura-se na Fran&ccedil;a (1923) e inicia seus estudos de filosofia em Strasbourg. Dirigindo-se a Friburgo (1928-1929), torna-se aluno de Edmund Husserl e Martin Heidegger, dos quais ser&aacute; um dos primeiros a englobar o pensamento na Fran&ccedil;a. Retorna a Paris at&eacute; que, tendo eclodido a II Batalha Mundial (1939), &eacute; capturado e feito prisioneiro pelos alem&atilde;es.</p>

<p>Exilado por cinco anos, n&atilde;o poder&aacute; mais esquecer a marca do &oacute;dio do homem contra o outro homem deixada na agressividade nazista. No cativeiro foi escrita vasto divis&atilde;o de tua obra De l’Existence &agrave; l’Existant (1947), publicada dois anos ap&oacute;s o encerramento da briga. Durante 18 anos (1946-1964), dedica-se &agrave; dire&ccedil;&atilde;o da Institui&ccedil;&atilde;o Normal Israelita Oriental de Paris.</p>

<p>Por este per&iacute;odo publica tua grande obra Totalit&eacute; et Infini (1961), a qual representa um ciclo de s&iacute;ntese das investiga&ccedil;&otilde;es a que vinha se dedicando at&eacute; sendo assim. Ci&ecirc;ncia Sem Fronteiras (1963) aparecer&aacute; 2 anos depois, enfocando perguntas sobre o juda&iacute;smo. Filosoficamente, Levinas percebe que o racioc&iacute;nio ocidental, a partir da filosofia grega, criou-se como discurso de domina&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Confrontando a filosofia ocidental, dialoga constantemente com os pensadores da tradi&ccedil;&atilde;o, como Plat&atilde;o, Descartes, Kant, Hegel, Bergson, Husserl e Heidegger. Estes 2 &uacute;ltimos est&atilde;o a todo o momento presentes em sua obra, seja partindo deles, seja j&aacute; tentando super&aacute;-los. LEVINAS, E. Plenitude e permanente. Trad. Jos&eacute; Pinto Ribeiro. LEVINAS, E. Plenitude e infinito. Trad. Jos&eacute; Pinto Ribeiro.</p>

<h2>Trad. Jos&eacute; Pinto Ribeiro.</h2>
<p>LEVINAS, E. Totalidade e eterno. Trad. Jos&eacute; Pinto Ribeiro. LEVINAS, E. Plenitude e eterno. Trad. Jos&eacute; Pinto Ribeiro. LEVINAS, E. &Eacute;tica e Eterno: di&aacute;logos com Philippe Nemo. LEVINAS, E. Totalidade e Infinito. Trad.: Jos&eacute; Pinto Ribeiro. &laquo; Passei Num Concurso Dos Sonhos Estudando Sozinho plus que Dieu&raquo;, In: LEVINAS, E. Difficile Libert&eacute;: essais sur le judaisme. Abaixo, a primeira edi&ccedil;&atilde;o de cada obra e sua respectiva tradu&ccedil;&atilde;o pro portugu&ecirc;s, quando existente.</p>

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<li>Voc&ecirc; responde anualmente a procura de clima organizacional da Embratel</li>
<li>Lecionar em cursos superiores,</li>
<li>Invadem e-mails de colegas de servi&ccedil;o</li>
<li>O que escolher</li>
<li>tr&ecirc;s Rio Grande do Sul</li>
<li>nove RE - Bomba Z</li>
<li>Ter funcionamento acad&ecirc;mico satisfat&oacute;rio</li>
<li>quinze Procura - Estrat&eacute;gias pra estimular a constru&ccedil;&atilde;o/edi&ccedil;&atilde;o de artigos na Wikip&eacute;dia</li>
</ol>

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<p>Th&eacute;orie de l’intuition dans la ph&eacute;nom&eacute;nologie de Husserl. De l’&eacute;vasion. Recherches philosophiques, v. V, 1935-1936; r&eacute;&eacute;d. De l’existence &agrave; l’existant. Paris: Vrin, 1947; Da subsist&ecirc;ncia ao existente. 'Sou Travesti E N&atilde;o Me Prostituo', Diz Professora De Escola P&uacute;blica De SP . Paris: Minuit, 1968. Quatro leituras talm&uacute;dicas. Humanisme de l’autre homme. Montpellier: Fata Morgana, 1972. Humanismo do outro homem. Trad.: Pergentino S. Pivatto (coord.). Autrement qu’&ecirc;tre ou au-del&agrave; de l’essence.</p>

<h2>De Deus que vem &agrave; ideia.</h2>
<p>Du sacr&eacute; au saint. Cinq nouvelles lectures talmudiques. Paris: Minuit, 1977. Do sagrado ao santo - 5 novas interpreta&ccedil;&otilde;es talm&uacute;dicas. Trad.: Marcos de Castro. L’Au-del&agrave; du verset. Lectures et discours talmudiques. Pra Onde O Universo Vai &agrave; l’id&eacute;e. Paris: Vrin, 1982 (1998). (2e &eacute;d. De Deus que vem &agrave; ideia. Trad. : Pergentino Stefano Pivatto (coord.).</p>

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